TABELA DE CÁLCULO DE CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PARA 2016.

 

Os dados são referentes aos cálculos aplicáveis aos empregadores e agentes do comércio organizados em firmas ou empresas, entidades ou instituições com capital arbitrado e agentes e trabalhadores autônomos não-organizados.

Prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a contribuição sindical do comércio é recolhida, compulsoriamente, pelos empregadores, nos meses de janeiro, e por autônomos, nos meses de fevereiro.


 CASO NÃO TENHA RECEBIDO A SUA GUIA PELO CORREIO,  CLIQUE AQUI PARA EMITIR A GUIA AVULSA.


 

ESCLAREÇA AS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE O RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA PATRONAL

1 - FINALIDADE DA CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA

De acordo com o artigo 8º, inciso IV da Constituição Federal, é uma contribuição para custeio do sistema confederativo da representação sindical. O sistema confederativo, dentro da estrutura legal da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), compõe-se dos sindicatos de base, federação, como órgão de coordenação e representação estadual ou interestadual ou até mesmo nacional e as confederações como órgãos de cúpula.

2 - QUEM CONTRIBUI?

  • O empregador (para efeito da sua organização sindical);
  • O trabalhador autônomo (para efeito de sua estrutura sindical);
  • O profissional liberal.
  • O trabalhador comum.

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL, A PARTICIPAÇÃO DE TODOS É MUITO IMPORTANTE

O Sindicato do Comércio de Contagem e Ibirité, entidade Patronal, todo o início de ano, encaminha às empresas correspondência cobrando a Contribuição Sindical Urbana, também conhecida como “Imposto Sindical”.

 

SIMPLES NACIONAL

 

Alteração - Resolução CGSN nº 94/2011

MINISTÉRIO DA FAZENDA

COMITÊ GESTOR DO SIMPLES NACIONAL

RESOLUÇÃO Nº 116, DE 24 DE OUTUBRO DE 2014 

DOU de 28/10/2014 (nº 208, Seção 1, pág. 8) 

Altera a Resolução CGSN nº 94, de 29 de novembro de 2011, que dispõe sobre o Simples Nacional e dá outras providências.

Começa o agendamento para enquadramento no Simples Nacional

Germano Luders/Exame

Empresa que não fizer o agendamento ou que não conseguir resolver as pendências no prazo pode fazer a opção normal pelo Simples Nacional em janeiro de 2015. Daniel Lima, da AGÊNCIA BRASIL

Simples abre caminho, mas nem sempre é vantagem!

 

Novas regras sancionadas pela presidente Dilma Rousseff neste mês ampliaram o acesso ao regime simplificado de tributação Supersimples, voltado às micros e pequenas empresas. Antes, a possibilidade de adesão ao regime era limitada a algumas atividades. A partir de 1º de janeiro de 2015, o pré-requisito para entrar passa a ser outro: o faturamento. Com a mudança, 142 tipos de atividades do setor de serviços que estavam de fora poderão aderir, caso tenham faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano. Antes disso, porém, é melhor pegar papel, caneta e calculadora e fazer as contas.

Registro no Ministério do Trabalho: MTB 46.009887/96-17

Voltar ao início