Palavra do Presidente

Durante a semana choveram previsões para a que é considerada a segunda melhor data do comércio do ano, o Dia das Mães: as “vendas devem apresentar resultado negativo pelo segundo ano”, concluiu a pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

 

Segundo a projeção, o volume de consultas para vendas parceladas na semana anterior ao Dia das Mães deste ano (entre 3 e 9 de maio) deveria cair 3,6% emrelação aos sete dias que antecederam a mesma data comemorativa no ano passado.

 

Se as expectativas se confirmaram, as vendas a prazo apresentaram, então, a segunda queda consecutiva em seis anos de série histórica.

 

Também pudera: economia em desaceleração, juros nas alturas e baixa confiança com o poder de compra do consumidor, o resultado não poderia ser diferente.

 

Mas hoje, especialmente hoje, não quero me aprofundar no assunto. Sobre a crise que anda nos tirando o sono, só a mencionarei para fazer uma comparação das qualidades que devemos ter para evitá-la (a quem a carapuça servir) e enfrentá-la, com as qualidades exemplares e comuns a cada uma das mães, e claro, para deixar aqui minha homenagem a elas pelo seu dia, comemorado amanhã, domingo, 10 de maio.

 

Estudos mostram que o cuidado com os filhos ativa nas mães o poder do altruísmo. Sinônimo de solidariedade, a palavra traduz a capacidade dos seres humanos de se dedicarem uns aos outros. Oconceito é o oposto do egoísmo, de onde vem minha primeira comparação – não do egoísmo, mas da falta do altruísmo: sociedades construídas na base do egoísmo vão de crise em crise.

 

E ora, para enfrentar toda crise, há de se ter coragem – e lá vem a segunda! Essa toda mãe tem de sobra quando o assunto é sua cria. Desde quando descobrem que são mães, elas se sentem – e ficam realmente, muito mais corajosas, mais rápidas e mais fortes.

 

Olha a outra comparação aí: força! Além de cuidar das crias e de sua própria sobrevivência, elas assumem diversos outros papeis simultâneos ao de ser mãe; esposa, dona de casa, conselheira, provedora, profissional realizada ou no caminho da realização.

 

Com as comparações devidamente feitas, deixo aqui meu recado: mãe é estímulo para dar e vender! A todas as mães deste planeta, um feliz dia; e a todos nós, homens feitos e barbados, uma dica: aprendamos com elas. Altruísmo, coragem e força para dar, vender e vencer, sempre!

 

Um abraço,
Frank Sinatra
Presidente

Nesta semana, no dia 28, a sede da Federação foi palco para mais uma troca de experiências e conhecimentos entre os executivos das CDLs mineiras.

 

Motivo de grande orgulho para mim, novo no comando da casa, mas já velho de guerra no Movimento e bom entendedor do que um cedelista precisa para movimentar sua entidade e promover sua sobrevivência.

 

Esse foi o 6º Seminário de Executivos e o segundo da minha gestão. Dentro da propostado evento de promover o diálogo, estimular a troca de vivências e conhecer realidades diferentes, conhecemos três e com o mesmo propósito: a CDL Curvelo com a criação e a realização de seus feirões de adesão com os varejistas da cidade, a CDL Itajubá com a implantação do Departamento de Recuperação de Crédito da entidade, a CDL João Monlevade, com seu Programa de Segurança no Trabalho (PCMSO) e o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que fomentaram suas ações emprol de seus associados, contribuindo para o desenvolvimento do comércio lojista de suas respectivas cidades e suas sustentabilidades.

 

Com uma boa ideia na cabeça, boa  vontade e mão na massa, essas entidades deram exemplos de ações simples e eficazes para o desenvolvimento e a sobrevivência de suas entidades.

 

Com mais de 30 anos de militância no Movimento Lojista, conheço as barreiras enfrentadas pelo setor. Por isso aceitei o desafio de presidir a FCDL e são grandes as minhas expectativas.

 

Uma delas é, através de eventos como esses e de um plano de ação efetivo, poder levar as ferramentas necessárias para que as entidades mineiras cresçam, principalmente aquelas pequeninas, esquecidas em algum cantinho de uma cidade distante de Minas.

 

CDLs fortes são CDLs que dão frutos. Com esse mesmo intuito, o de dar todo o suporte para nossas entidades mineiras e fortalecer o Movimento Lojista do Estado, nosso próximo evento será o Encontro de Presidentes das CDLs com um novo formato, o de “treinamento” desses dirigentes cedelistas.

 

Eles devem entender a verdadeira dimensão do associativismo e a importância do papel que exercem em suas CDLs para alavancar suas entidades e por que não, o negócio de seus associados e o comércio de suas respectivas cidades.

 

A economia brasileira vai mal; 2015 é ano para gigantes! O Brasil está perdendo em competitividade e a inovação é baixa.

 

Os desequilíbrios fiscais e cambiais continuam preocupando; a carga tributária ainda é alta. O mundo mudou, o Brasil não acompanhou. Mas o pulso ainda pulsa. E tem que pulsar!

 

Nossa Federação é o ponto de apoio do Movimento no Estado e é através dela que devem partir as ações em favor do comércio e contra as constantes intromissões dos governantes na vida de quem está envolvido no setor.

 

Os varejistas devem enxergar de alguma forma, a força que têm. Nesse sentido, nossa busca será também a conscientização política do empresário do comércio.

 

O comerciante, em qualquer lugar, é um grande formador de opinião e nós temos que utilizar e fomentar esse potencial, de qualquer forma.

 

Esse é o ciclo do Movimento e fortalecer para crescer é meu lema; tem que ser e assim será até o último dia da minha gestão.

 

Um abraço,
Frank Sinatra
President
e

 

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“São grandes as minhas expectativas. Mas, a principal delas é fazer com que os varejistas não desanimem
com as atuais dificuldades que lhes estão sendo impostas pelos poderes público e econômico”.

Cingapura, a cidade inteligente

29 de abril de 2015

“Viajar é trocar a roupa da alma.” Tão perfeita analogia pertence a Mário Quintana e a vivência dela, por ora, pertence a mim mesmo, que ando trocando a roupa da alma em Missão Empresarial Brasileira na China, nestas duas últimas semanas.


Junto com empresários de vários segmentos do País, já passei por Guangzhou e também Dubai e Shangai, com o objetivo de prospectar oportunidades de negócios, parcerias e monitorar tendências do varejo. Está sendo maravilhoso!


Em Guangzhou, em visita à maior feira multissetorial de negócios do mundo, a 117ª Coton Fair, ou Feira de Cantão realizada todos os anos na cidade, desde 1957, cumpriu-se com a proposta da missão de se haver as trocasde experiências, de ideias, de informações e a oxigenação da mente para voltar ao batente com força total.


Mas foi durante nossa estadia em Cingapura que a frase de Quintana fez mais sentido para mim. Foi nessa nação insular no Pacifico Asiático, que troquei a roupa surrada e desacreditada da minha alma de brasileiro por uma cerzida de confiança de que nosso País ainda tem jeito.


A cidade é incrível e sua história, ainda mais. Cingapura era um local agrário, sem recursos naturais e muito pobre quando se deu sua independência, em 65. Hoje, é uma cidade-estado modelo para o mundo, com uma das economias mais dinâmicas e modernas da Ásia, alcançada com a inteligência e os esforços do primeiro- ministro Lee Kuan Yew, que governou Cinpagura por 31 anos antes de falecer, em março deste ano.

 

Com meritocracia, disciplina, foco nos talentos individuais, império das leis, credibilidade e previsibilidade na gestão do governo, ampla abertura comercial e liberdade econômica, investimento em infraestrutura de ponta, burocracia reduzida, valorização do inglês e ordem social, ele fez da cidade um exemplo de eficiência econômica e baixos índices de corrupção.


Diferentemente do que acontece por aqui no Brasil, Lee tinha por ordem tentar enquanto as coisas funcionassem. E se não funcionassem, o lema era jogar fora e tentar outra coisa. E daí, me parece que as coisas foram dando certo.

 

Cingapura não tinha ingredientes de uma nação, fatores elementares como uma língua comum, uma cultura comum ou um destino comum e como nós temos.


Se lá faltavam riquezas naturais, aqui sobram petróleo, minério, soja, a necessidade da existência de um projeto de nação que nos faça resolver nossas contradições e a esperança de um dia agirmos todos como estadistas em uma democracia que pode ser, um dia, exemplo para o mundo.


Com a alma de roupa nova, digo que ainda dá tempo. Eu acredito! Acredito no poder de Deus sobre a nação brasileira.


Um abraço,
Frank Sinatra
Presidente

 

COMUNICADO

 

Comunicamos, que conforme o 3º Termo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre este Sindicato e o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Atacadista e Varejista de Contagem, que no período carnavalesco, o funcionamento do comércio se dará conforme quadro abaixo:

Registro no Ministério do Trabalho: MTB 46.009887/96-17

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